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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Sempre construindo conhecimento


Na aula do dia oito de novembro tivemos as amostras dos vídeos realizados pelas alunas da turma “B” e “E” de quarta-feira. Olha para muitas que nunca tinham editado um filme, assim como o nosso grupo, foi um imenso aprendizado, e mesmo não nos reunindo juntas ficamos mentalmente em sincronia e por mais distantes que estivéssemos parecia que uma falava com a outra nas decisões a serem tomadas.
Surgiu então a angustia de parecer que a gente não conseguiria fazer a tempo, uma colega de nós começou a edição e foi dando tudo certo, mas se esqueceu do fundamental que tinha que salvar o arquivo como projeto, e como um passe de bruxaria ela perdeu tudo, então o desespero pegou onde a colega perdeu o sono e assim ficando muito nervosa. Eu como nunca tinha editado filme tive que ter um pouco de tranquilidade e fui buscar no YOUTUBE tutoriais para poder entender a ferramenta “Movie Maker” e assim fui construindo minha nova aprendizagem. Todo esse quebra cabeça para poder fazer essa atividade nos serviu para fortificar e firmar nossos conhecimentos e saber não desistir. Para mim especialmente neste semestre o trabalho nesse grupo para poder aprender a confiar e escutar as colegas, e elas também foram muito acessíveis e também me escutaram e tudo foi decidido em conjunto.
Cresci muito e meu aprendizado foi imenso, e saber que podemos contar com os outros colegas para poder fazer uma atividade que nunca fizemos antes tem um valor inestimável. Que bom que temos essas novidades e que os professores nos instigam a ir além do que nós sabemos, e isso que temos que propor para nossos alunos, instigar, questionar, refletir, buscar e construir seus conhecimentos. E pensando no meu modo de pensar no trabalho em grupo pude perceber o quanto é bom poder contar e confiar em outras pessoas para poder trocar ideias e construir junto uma atividade e como podemos melhorar com a ajuda das colegas, e a força  que o grupo troca durante essa construção, compreendendo e se sensibilizando uma com as outras nesse processo que muitas vezes é bem doloroso, mas de uma enorme benção.   Com isso, meu pré-conceito sobre as atividades em grupo se desfizeram neste semestre graças a essa atividade, espero que no futuro eu consiga continuar interagindo assim para que meu crescimento evolua e que possa levar isso para dentro da futura escola que vou atuar, pois percebi que com essas trocas nada é impossível realizar, o fardo não fica pesado, ele é dividido.
Estudando neste semestre em Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II, Becker trás em uma de suas palestras que as escolas devem ter mais laboratórios do que auditórios, e quando assisti logo lembrei que o que fizemos foi um laboratório de filmagens e trocas de ideias no grupo, e que Piaget também é a favor que os alunos trabalhem em grupo, pois possibilita a troca entre eles, e se faz um construtivismo de aprendizagens.

A primeira amostra da nossa edição de vídeo realizada pelo grupo dentro da interdisciplina étnico-raciais na educação: Sociologia e História, grupo composto por Daiane, Lisandra e Andreia.
Logo abaixo segue o hiperlink para olhar o vídeo editado pelo nosso grupo, sei que não ficou o top, mas com certeza foi realizado com muito esforço e vontade.

Relatos de Experiências docentes em torno às questões Étnicos Raciais 1 




Fonte: 
Escola - mais laboratório e menos auditório | Fernando Becker | TEDxUnisinos. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1Kxffmj78Os  Acesso em: 20/11/2017.



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Iniciando o semestre com muitas perspectivas em 30/08/2017

Essa interdisciplina trará muitos questionamentos e novas maneiras de como trabalhar com essas questões tão discutidas ultimamente no meio acadêmico e para muitos sabendo das leis que foram criadas para dar um embasamento legal para esse trabalho, pois encontramos muitas situações equivocadas diante desse tema. As “Questões étnico-raciais na educação” vêm de uma vertente cheia de significados, pois quem já não presenciou alguma cena de preconceito, discriminação quanto à etnia de alguns alunos/professores/servidores dentro do âmbito escolar e até mesmo dentro de Universidades renomadas.

Na primeira aula da interdisciplina as professoras fizeram uma dinâmica de leitura, um sarau literário, onde consegui imaginar fazer com meus alunos, trazendo alguns autores negros e indígenas, para mostrar que a questão de ser de outra etnia/raça as pessoas sempre irão contribuir para nossa cultura.

Sei que ainda não consigo trabalhar direito com as crianças sobre esses assuntos, mas na minha falta de saberes busco sempre conversar com meus alunos, e fazer atividades onde eles consigam perceber que todos nós somos iguais, e que a vida e o mundo tem diversidade para tudo não se tornar uma grande monotonia, e que mostro que chato seria se todos fossem iguais, com os mesmo pensamentos, fazendo as mesmas coisas, e que para o mundo e os seres humanos progredirem todos nós devemos em primeiro devemos nos respeitar, logo ter respeito pelos nossos semelhantes que mesmo tendo aparência distinta, raça, religião, gênero, estilo de vida e de cultura devemos respeitar, pois não somos melhores que ninguém.  

Sou totalmente intolerante nas questões de preconceito e discriminação não importando de quem parta a atitude.