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domingo, 20 de dezembro de 2015

Workshop de Avaliação...

Mais um semestre que se encerra, mais uma apresentação do workshop que apresento e não fica boa... Não consigo me compreender por qual razão fico assim tão nervosa, se tudo que tenho que falar é o que estudei, pesquisei e entendi.
Quero nesse meu relato ser mais sucinta possível e coerente com que sinto em relação às interdisciplinas e como deveria ter apresentado minha reflexão. Síntese palavra complicada para quem tem muita ansiedade e fala pelos cotovelos, mas estou tentando escutar mais do que falar, então é um exercício diário. Estudamos muitos conceitos referentes à infância e sobre a educação.
A educação que temos nos moldes atuais nem sempre foi assim, na verdade infância não existia, a criança era basicamente vista como um adulto em miniatura que poderia fazer e participar de toda a vida adulta sem nenhuma distinção. Estudamos um texto intitulado de “A maquinaria escolar” (VARELA; ALVAREZ-URIA) que mostra como e por qual motivo se iniciou esse processo de escolarização e tiveram que fazer algumas normas, leis, para que a ideia desse certo. Nesse mesmo texto coloca que a educação nos moldes que encontramos hoje é muito nova, mas ao mesmo tempo está obsoleto, pois estamos no século XXI, nossa infância é totalmente diferente da infância daquele tempo.
Como podemos ver nessa interdisciplina que o eixo pertinente das mudanças foca as crianças, e consegui visualizar isso nas outras interdisciplinas, quando em infâncias de zero a dez anos nos trás muitos conceitos e reflexões a cerca dessa infância que estamos construindo, em psicologia I estudamos Freud e um pouco da sua vida  e descobrimos que ele foi um estudante e pesquisador. Na descoberta da psicoanálise ele observa que muitos distúrbios que ocorrem nos adultos teve início na infância. Com isso ele estuda e intitula sua nova descoberta como o “Desenvolvimento psicossexual” começa observar a “criança” e as fases do seu nascimento até a fase adulta. Segundo KUPFER “pode-se dizer que Freud foi um mestre da Educação porque abriu caminho para a reflexão sobre o que é ensinar e o que é aprender.” (KUPFER; p 9). Com essa frase resumo o que estudei e entendi de Freud e com certeza sem seus estudos ficaria meio complicado todos os seres humanos se entenderem, e nós como educadoras entender nossos alunos e fazer da nossa prática o melhor possível para que essa criança consiga se desenvolver plenamente tanto no seu lado cognitivo como motor.
Em fundamentos da alfabetização vejo que  tem tudo haver com o que estudamos em psicologia, temos que entender que cada criança é um ser único, não existe outro igual geneticamente como ele, sendo assim cada criança possui um tempo de aprender, de ler, e somente ela vai decidir quando ocorrerá esse aprendizado. Não só o professor alfabetizador deve se preocupar em ter uma sala agradável, aconchegante, um ambiente de estudo, que aguce a curiosidade dessa criança. Todos os níveis de ensino devem refletir como esta sendo inserido seu conteúdo, como é sua sala de aula, se o aluno está disposto e aberto para esse aprendizado, se ele realmente quer aprender.  E o nosso objetivo é fazer com que ele queira isso como nós queremos. Acreditar que essa criança consiga aprender e o mais importante nós temos que acreditar em nós mesmos, se isso não acontece à mágica não se inicia.
Com isso que vimos vejo que o seminário integrador busca essa reflexão entre as interdisciplinas e faz com que nós pensamos em tudo separado e ao mesmo tempo junto. Quando se trata de seres humanos em desenvolvimento não podemos pensar em pastas compartimentadas, pois somos complexos, misturados, não sabemos onde começa e onde termina. Um conteúdo depende do outro para podermos entender, aprimorar e pensar como devemos fazer nossas práticas mediante a tudo que estamos aprendendo dentro do PEAD. Sei que nunca mais serei a mesma, e mesmo não estando atuando vejo mudanças enormes que estão acontecendo dentro de mim, e com certeza são modificações que irão melhorar e muito minha prática em sala de aula, não importando o nível que vou estar, pode ser na educação infantil ou mesmo lecionando para o ensino médio. Uma coisa boa que aconteceu comigo este semestre é que morria de medo de ter que pegar um primeiro ano para alfabetizar, vejo que hoje temos três anos para isso, mas não pelo tempo que digo isso, pois sei que é a criança estimulada, num ambiente propício para essa alfabetização que vai ajudar meu aluno aprender.
Agradeço a professora Darli Colares, de fundamentos da alfabetização, que me proporcionou a perder o medo de alfabetizar, agora estou pronta e sei que vou fazer o meu melhor para que isso aconteça. Como dizem para nós mães calma, vai cair a ficha, e ele vai ler. Então minha ficha caiu. 




segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Levando puxão de orelha nessa idade...

Bom, eu mereci! Sabemos que temos que postar uma vez por semana, e nem sei direito que me perdi no mês de outubro e acabei deixando de postar. Pois é tão fácil!
Fui chamada pelo meu querido anjo, que perguntou qual foi o motivo da minha falha no mês que estava terminando "outubro"? 
 Na hora pensei em vários motivos, mas o único e verdadeiro motivo é que a graduanda aqui é um tanto desorganizada. Sabem, esse curso em EAD é demais, pois além da formação que estamos recebendo para sermos Pedagogos (as), ele também ensina a ler os artigos, buscar no dicionário palavras que normalmente não usamos no cotidiano, refletir sobre o que foi lido, ensina escrever, aumenta nossa autocritica e a crítica sobre o mundo que nos cerca, na raça e coragem a gente aprende a mexer com as tecnologias da informação e ainda se não bastasse ele transforma pessoas desorganizadas como eu e meio lentas por natureza a ficar mais aceleradas.
E agora estou vendo o quanto é importante sermos organizados e ter um planejamento e seguir esse planejamento diário. Digo um planejamento de tudo que temos que fazer no dia, com horários pré definidos. A nossa tabela do tempo, onde todo semestre temos que preenche-las mostra no plano físico o tempo que temos, então a partir do próximo dia 1º/01/2016, estarei com minha agenda e com certeza já aprendendo administrar e planejar melhor meu tempo.
Claro seguindo com as leituras, relendo o que ficou meio/meio. E revendo o que postei no blog, pois ele é o espelho para o mundo do que realizo dentro do meu curso na universidade, que digo não é qualquer uma por ai é um título da UFRGS, que vou ter para me orgulhar para o resto da minha vida. 
Ah! Isso não é promessa de ano novo! kkkk
Amo tudo isso!

domingo, 15 de novembro de 2015

Refletindo...

Hoje, quase no final do segundo semestre me peguei pensando o quanto é importante termos amizades em um curso em EAD, onde possamos trocar ideias, discutir conteúdos, desabafar nossas frustrações, nossos desesperos. Pessoas que compartilham de quase tudo que a gente passa.
Não sei acho que estou começando a gostar do curso nessa modalidade. Complicado as vezes é a internet da GVT, que do nada cai, e dai ficamos no meio de uma discussão.
Então aqui deixo meus agradecimentos as minhas novas amizades proporcionadas pelo PEAD, e a muitas outras que vou ainda fazer.
Isso se chama tecnologia, onde podemos estar conversando com várias pessoas ao mesmo tempo, mesmo sem sair de casa. A única coisa que me deixa meio chateada é que gostaria de compartilhar as guloseimas que todas comem e não podemos dividir com as colegas. 
Novos tempos, novos instrumentos, mas o ser humano ainda necessita do contato nem que seja escrito em uma caixinha de diálogo.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Significado do portfólio no de correr do semestre


Já havia elaborado há muito tempo um portfólio reflexivo em uma das primeiras cadeiras da faculdade de ciências, mas na realidade não havia compreendido muito bem o seu valor dentro do meu cotidiano. E quando nos foi colocado que teríamos um meio de avaliação através de um portfólio online, um “Blog”, me deixou nervosa, pois no primeiro momento nunca abri um blog, e uma ferramenta de avaliação online onde todos teriam acesso, ai socorro, travei e não conseguia escrever sobre o que estava estudando. Aos poucos o medo foi indo embora, mas mesmo assim custei a começar a postar minhas reflexões, mesmo sabendo que seria de grande ajuda na elaboração da avaliação final, com isso postar semanalmente foi quase um parto. Ficaram faltando alguns conteúdos das interdisciplinas que não postei e nem minhas reflexões foram tão voas quanto teriam que ser. E tudo nessa vida temos que aprender, aprimorar e melhorar então com o passar do tempo fui me adequando a esse novo método de registros, mas vejo que falta muito para que fique um trabalho excelente.
Tudo que é novo nosso sistema quer rejeitar, isso acontece conosco a cada instante, mas passado essa euforia interna de negação, o meio de registro no portfólio de aprendizagens é muito bom. Uma maneira de expor o que pensamos, colocar da nossa forma o texto estudado, treinar a ortografia e ainda temos o feedback das pessoas que nos visitam onde aprendemos a lidar com a opinião do outro que é bem construtiva para que possamos rever alguns aspectos do nosso modo de pensar. Por isso agora vejo que é legal essa forma de avaliação e se tentarmos fazer dessa forma para nossos alunos, creio que vai ser bem legal e terá 100% de aproveitamento, já que eles adoram estar plugados. Também tem a questão sobre fazer as reflexões com as nossas práticas dentro do ambiente escolar, assim podemos colocar algumas atividades relacionadas a certos conteúdos onde poderão inspirar outros colegas a também colocar atividades realizadas e assim ajudar nos planejamentos das aulas. Por todas essas questões vejo que agora essa ferramenta será bem usada por nós todos.

 

 

Refletindo sobre a experiência de realização do primeiro workshop

Olhando hoje sobre meu primeiro workshop foi complicado, pois tenho mania de complicar tudo que seja novo, mas foi bem interessante. Hoje posso afirmar que aprendemos a todo instante, e que se não fosse dessa maneira não seriamos seres humanos, seriamos um organismo mecânico.
Ao prestigiar e escutar nossas colegas durante suas apresentações pude perceber que minhas angustias, meus medos, e sentimentos que tive durante o semestre também foram das minhas colegas, então percebi que não estava sozinha no barco do Pead, mas como a gente não se fala diretamente todos os dias, e também como estamos começando agora o grupo parecia meio disperso, e aulas, atividades em EAD para mim era totalmente difícil e não consegui me visualizar em uma faculdade assim. Mas que bom que acontecem coisas em nossa vida que podemos quebrar com esses tabus, e depois desse primeiro semestre tenho certeza que o grupo irá interagir mais e com menos medo de ofender os colegas. Depois dessa apresentação, vendo como minhas colegas colocaram suas ideias durante a apresentação, com certeza vou melhorar nas próximas com isso consegui entender o verdadeiro motivo de apresentar e mostrar o que entendi e aprendi do curso.
Agora falando de emoção, não sei o que tenho, desde o dia que soube que entrei para fazer pedagogia nesta universidade tão sonhada por mim, há tanto tempo não consigo parar de me emocionar, e sinto que isso tenho que trabalhar mais para não me atrapalhar futuramente nas minhas próximas apresentações.

Refletindo sobre as aprendizagens do semestre 2015_1


Refletindo sobre as aprendizagens do semestre fica complicado eleger o que foi mais significativo, mas vejo que tudo que vimos, aprendemos, as interações fizeram e farão parte de um todo que vamos precisar para edificar nossas construções de como aprendemos, como devemos ajudar nossos alunos nessa nova visão de como ele constrói sua aprendizagem.
Rever a importância do PPP da escola e sua forma que foi elaborada para mim foi importante, pois como já sabemos esse documento é que vai mostrar a escola como um todo e como estão sendo abordados todos os assuntos que são importantes para toda a comunidade escolar. Nesse documento mostra a escola que temos e a escola que queremos, e também os meios que deverão ser seguidos para que consigamos colocar em prática tudo que ali está escrito.
Sobre as tecnologias da informação, entender como podemos usar ela a nosso favor em sala de aula, já que os nossos alunos hoje já nascem plugados, sabem tudo sobre aplicativos da internet, então vejo que podemos sim fazer uso dela a nosso favor, claro que no início vai ser tumultuado, mas com o tempo começarão a levar a sério tudo que estão aprendendo.
Observei também que como nós nossos alunos também não devem gostar de rotinas, aulas maçantes, aulas muito teóricas principalmente na educação infantil e nas séries iniciais, então quanto mais alegre, dinâmica as aulas serão mais agradáveis e eles conseguirão entender muito melhor e fazer suas conclusões sobre o que estão aprendendo. Fazer os alunos pensarem sobre questões do cotidiano, fazer aulas com muitas experimentações, com aulas práticas, pois é importante também visualizar o que observamos na teoria, assim o que aprendem terá mais significado.
E o que mais foi significativo para mim e vou levar e melhorar o que já fazia é a atenção que os nossos professores e tutores me deram, com isso fez com que eu não desistisse dessa minha nova caminhada. Então devemos dar muita atenção para todos nossos alunos para que não se sintam desvalorizado e venham desistir de aprender por qualquer motivo que seja. A motivação, o olhar no olho, fazer feedback positivos, chamar a atenção quando necessário, tudo faz parte de uma construção de identidade, onde a gente vai ser lembrado por muitos anos.