Mostrando postagens com marcador Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Refletindo sobre os textos e a historia da educação...


O Brasil infelizmente não mudou muito, pois ainda encontramos muitas crianças sem escola, precisando de um lar, de cuidado, com trabalho escravo e até mesmo na prostituição, onde homens horrendos não respeitam o pequeno corpo infantil, desnutrido e ainda em desenvolvimento, que é vendido como se fosse um pedaço de carne, uma mercadoria como qualquer outra qualquer.
Triste ver a impunidade dos governantes que tiram do povo, das escolas, da merenda escolar, para suprir sua ganância, uma falta de ética e de respeito com todos nós brasileiras (os).
Quando teremos uma escola legal para nossas crianças, quando os professores serão valorizados, quando todo cidadão brasileiro terá um emprego digno que possa sustentar sua família, quando vamos parar de ver crianças nas ruas vendendo, mendigando sendo exploradas até mesmo pelos seus familiares?
Não vejo que uma imposição de fora como a ditadura militar hoje possa resolver a situação que o Brasil se encontra, os políticos e a polícia sabe como resolver toda a bagunça e quem realmente esta por trás dessa loucura que estamos vivendo, agora falo sobre o grande mal da nossa sociedade atual, falo sobre as drogas. Essa maldição esta arruinando e faz tempo muitas famílias, pais de família, gente que era do bem, e trabalhadora. Como tirar o Brasil da UTI que se encontra? Dizem que o nosso país esta no fundo do poço, que não tem dinheiro para pagar sua divida externa, que não tem dinheiro para nada. Mas por qual motivo alguns órgãos recebem salários altíssimos? Essa verba será que poderia ser distribuída e pagar pela educação, para ter melhor saúde para todos, moradia, e abrir mais vagas de emprego, fazer a população estudar e trabalhar. Construir mais escolas, e valorizar nossas crianças, que realmente são o futuro do Brasil. Mas se isso não acontecer, o futuro do Brasil estará nas mãos dos idosos, pois nossas crianças estão morrendo, por conta da fome, do tráfico.
Acredito que todos nós temos uma parcela de culpa em tudo que acontece a nossa volta, principalmente quando se trata desse caos que está nosso país. Temos que ajudar mais e pensar menos em nós mesmos, e saber dizer não a tudo que prejudique os outros, ter mais ética e autenticidade para tudo melhorar, fazer a nossa parte.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Uma palestra edificante sobre educação

Na atividade final da interdisciplina  Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica fiz uma  pesquisa sobre experiências escolares alternativas.  buscando mais informações a respeito sobre "Projeto Âncora" me deparei num seminário que o palestrante era o professor José Pacheco (Brasil e Portugal), no "6º Seminário Prazer em Ler", digo uma ótima palestra para qualquer educador rever e refletir sobre sua maneira de "dar aula", que na fala do professor José é a pior coisa que um professor faz, durante a palestra ele explica o motivo. 
Vale a pena conferir, apesar de ser meio longa, mas bem esclarecedora.



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

A maquinaria escolar Julia Varela Fernando Alvarez-Uria

Atividade Realizada em outubro, postando hoje...
Participantes do grupo:
Ana Paula Brasil Gimenez
Andreia Antonia Manoel Godinho
Gimena Barbosa Gimenez
Géssica Daiana Sielichow de Oliveira
Vanessa da Silva Rocha de Quadros


Como você avalia a institucionalização propriamente dita da escola: “a imposição da obrigatoriedade escolar decretada pelos poderes públicos e sancionada pelas leis”?

Acreditamos que foi positiva, pois antes não existia a distinção entre criança e adultos, com o passar do tempo às pessoas foram se preocupando com isso. A falta de um lugar para deixar essas “crianças” até ter a idade que pudessem frequentar a sociedade, fez com que procurassem lugar para deixar elas onde pudessem ser educadas, ensinadas e preparadas para vida adulta. As igrejas, os mosteiros e os conventos foram às primeiras instituições para dar essa educação, claro que era uma educação bem rígida onde eles usavam vários castigos para quem era desobediente. E com isso os filhos da rua, de mães solteiras, dos pobres essa igreja também resolveu fazer uma “boa” ação dando um pouco de ensinamento em troca de trabalho.
Com a imposição e obrigatoriedade, aos poucos foram formando as escolas, claro que aqui no Brasil as coisas foram mudando muito lentamente, mas acreditamos que foi para melhor, mas ainda tem que melhorar muito
__________________________________________________________________________

Síntese do texto Maquinaria Escolar 

Conforme a leitura realizada do texto “A maquinaria escolar”, pudemos fazer alguns apontamentos acerca da institucionalização da escola obrigatória e o controle social, propriamente dito. A escola primária, enquanto forma de socialização privilegiada e lugar de passagem obrigatório para as crianças das classes populares. Sendo uma instituição recente cujas bases administrativas e legislativas contam com pouco mais do que um século de existência.
Uma série de medidas destinadas ao controle das classes populares, assim especialmente a partir da restauração, como completo à ação da escola como tais: sociedade mútua, cooperativas, fundação de berçários, asilos, consultórios e nascimentos de assistência social, dentre outras formas tomadas.
Que a escola emerge como um espaço novo de tratamento moral no interior dos antagonismos de classe. Onde a imagem da infância que os reformadores sociais do século XIX tentaram impor a tais classes apresentará traços específicos e será, pois diferente da cunhada e assimilada antes pelas classes altas. Não se produz uma relação de igualdade entre todos, de entendimento e reforço entre famílias e escola, mas, ao invés disso, a escola põe-se em ação para suplantar essas ações socializadoras destas necessidades classes consideradas de um ponto de vista negativo.
Com isso a educação passa a ocupar um papel primordial na sociedade. Os programas políticos, com uma falsa preocupação com o proletariado, vêm munidos de ideologias a resolver a questão social, a luta de classes. Com o surgimento da Escola Nacional destinada a classe operária, visando teoricamente integrá-las, na verdade foi apenas uma forma de manter a ordem social.
Esboça as condições sociais de aparecimento de uma série de instâncias no nosso entender fundamentais que, ao se amalgamar em princípios deste século, permitiram o aparecimento da chamada escola nacional:
1) A definição de um estatuto da infância
2) A emergência de um espaço específico destinado à educação das crianças.
3) O aparecimento de um corpo de especialistas da infância dotados de tecnologias específicas e de “elaborados” códigos teóricos.
4) A destruição de outros modos de educação.
5) A institucionalização propriamente dita da escola; a imposição da obrigatoriedade escolar decretada pelos poderes públicos e sancionada pelas leis.
A definição de um estatuto da infância
 Assim como a escola, a criança tal como a percebemos atualmente, não é eterna nem natural; é uma instituição social de aparição recente ligada a práticas familiares, modos de educação, consequentemente, a classes sociais.
A emergência de um espaço específico destinado à educação das crianças
 A criança foi separada dos adultos e mantida à distância numa espécie de quarentena, antes de ser solta no mundo. Essa quarentena foi à escola, ou seja, o colégio. Começou então um longo processo de enclausuramento, de isolamento das crianças que se estenderia até nossos dias, e ao qual se dá o nome de escolarização. Formação de um corpo de especialistas.
   O aparecimento de um corpo de especialistas da infância dotados de tecnologias específicas e de “elaborados” códigos teórico
Será nos colégios que se ensaiarão formas concretas de transmissão de conhecimentos e de modelação de comportamentos que, mediante ajustes, transformações e modificações ao longo de pelo menos dois séculos, suporão a aquisição de todo um acúmulo de saberes codificado acerca de como pode resultar mais eficaz a ação educativa. Somente assim poderá fazer seu aparecimento a pedagogia e seus especialistas.
A destruição de outros modos de educação.
 A escola, além de ser um local de isolamento, é também uma instituição social que emerge enfrentando outras formas de socialização e de transmissão de saberes, as quais se verão relegadas e desqualificadas por sua instauração.

 A institucionalização propriamente dita da escola; a imposição da obrigatoriedade escolar decretada pelos poderes públicos e sancionada pelas leis.
Uma série multiforme de medidas destinadas ao controle das classes populares começa a se aplicar, especialmente a partir da Restauração, como complemento à ação da escola:
- Regulamentação do trabalho de mulheres e crianças.
- Criação de caixas econômicas, sociedades mútuas, cooperativas.
- Fundação de berçários, asilos, lactários e consultórios.
- Inauguração de dispensários contra a tuberculose, antialcoólicos.
- Remodelação de bairros e ampliação da vigilância e da política
- Construção de cárceres e manicômios.
- Nascimento da assistência social.
- Criação de escolas dominicais e para adultos.
 Todos estes dispositivos têm por finalidade tutelar ao operário, moralizá-lo, convertê-lo em “honrado produtor”, procuram igualmente neutralizar e impedir que a luta social transborde, pondo em perigo a estabilidade política.
     A escola emerge como um espaço novo de tratamento moral no interior dos antagonismos de classe. Nessa perspectiva, a criança era vista como um capital em potencial, devendo ser protegido, educado e cuidado para que no futuro trouxesse benefícios econômicos e sociais. Essa escola institucionalizada e obrigatória, pouco levava em consideração as culturas e saberes do proletariado, trabalhando de maneira desconectada com a realidade daqueles que a frequentavam. Reproduziam relações capitalistas de produção, hierarquização e divisão das classes populares. Ofereciam uma amostra de saber e poder, de modo que classe trabalhadora dificilmente chegaria aos postos de decisão política. Atualmente, muitas escolas ainda trabalham nessa lógica de domesticação de corpos e mentes, perpetuando uma lógica reprodutora de saberes da cultura dominante. Poucos dizem ou falam sobre seus alunos e suas vivências, criando um distanciamento do saber. O resultado disso é uma geração de sujeitos estagnados, desinteressados pelo saber, pouco participativos e autores de seu próprio pensamento.




Como é feita a seleção e permanência hoje dos alunos no sistema educativo?

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Manifesto da Educação

Após ler o manifesto e olhar o vídeo sobre quem foi Anísio Teixeira e o que ele fez pela educação e todo seu propósito, resolvi fazer esse vídeo onde peguei algumas imagens do google e fui montando a escola dos nossos sonhos.
Até hoje não consigo entender por qual motivo ainda o Brasil não possui uma infraestrutura boa o suficiente para ter melhores escolas para todos os alunos, escolas de turno integral dando uma formação de qualidade para seu povo.
Até quando vamos continuar votando em pessoas que não se preocupam com seu povo. As pessoas são iludidas ainda hoje, e nunca sabemos em quem votamos para depois poder cobrar...Mas uma pergunta fica, se lembramos e vamos cobrar nossas reivindicações será que eles irão nos atender em seus gabinetes?
Situação complicada essa nossa, mas não deixamos nossos sonhos se perderem ao vento.









quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Refletindo sobre os textos e a historia da educação...

Desde o primeiro dia de aula nessa interdisciplina comecei a pensar no passado, nas minhas lembranças que ficaram na memória e como tudo isso é importante para o nosso desenvolvimento.
Sempre achei muito interessante quando meus avós contavam histórias de sua infância, acontecimentos na área política, quando aconteceu o regime militar, o modo que meu avô idolatrava o presidente Getúlio Vargas.
Claro pra mim parecia tudo um conto, mas na verdade muitas dúvidas ficaram pairando em minha cabeça. Hoje olhando a atividade da semana oito, com o túnel do tempo, veio de novo aquela curiosidade de como foi viver naquela época. Curiosidade que não sei se é por causa que temos uma vida corrida ou por falta de hábito de pesquisar, mas acho que agora estou tendo mais uma oportunidade de procurar tirar minhas dúvidas e ler mais sobre aquela época.
Com os textos estudados pude perceber que nem tudo foi conquistado até hoje com facilidade, imagina ter uma época que não existia infância, e que as crianças eram tratadas iguais a um adulto, nem quero pensar as maldades que faziam com elas. Desde trabalho escravo até outros tipos de violência.
Não existiam escolas, e muito menos professores, tempo que somente os filhos homens de ricos eram ensinados dentro de seus lares, meninas nem pensar em querer saber algo a cerca de livros e números. Muito chocante! Imaginem os pobres que tinham que trabalhar muito para poder ter o que comer. Seus filhos eram ensinados pelos adultos, e desde muito cedo eram levados para roça.
Com tempo quem tinha dinheiro claro, começaram a pensar o que fariam com as crianças, que deu para perceber que naquele momento bem sabiam que eram pequenas e não serviam para muita coisa, então inventaram a infância e como a igreja era no momento a única instituição que poderia abrigar e educar, então foram levadas para saírem de lá somente depois de grandes e educados.
Os filhos de prostitutas, pessoas sem posses também eram levadas, mas essas a igreja dizia fazer caridade com elas, mas colocavam elas para trabalhar dentro dos estabelecimentos para pagar sua comida e guarita. 
Com o tempo as coisas vão melhorando, mas ainda a igreja quem comandava tudo.
Podemos verificar ainda hoje que apesar de tantos seculos se passarem isso não mudou muito. Aqui no Brasil ainda encontramos crianças sem escolarização, a educação não é valorizada com baixos salários e as escolas com estruturas física danificadas. 
Em locais onde encontramos pessoas com baixa renda, dentro de algumas conversas observamos que eles acham que escola e aprender é perca de tempo. Preferem que os filhos vão para o trabalho cedo em vez de estudar para conseguir melhor emprego depois.
Sei que temos muitas pessoas que são contra as cotas, bolsas de ajuda do governo, mas são por causa dessas bolsa escola, família, que as famílias de baixa renda obrigam e mantêm seus filhos ainda dentro da sala de aula. Claro que essas crianças tem um rendimento muito baixo, assim como sua auto estima, mas o pouco que ali aprendem vamos pensar que alguns séculos atrás isso não acontecia. Por isso mesmo com uma baita contradição dentro de mim ainda vejo como um recurso bom para com elas. 
E nós professores (as) temos que nos dedicar muito para chamar atenção e tentar fazer com que esse pensamento que esta inculcado dentro de cada criança se quebre e ela reconheça que estudar é o melhor negócio para seu futuro. 

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Motivos que me levaram a ser educadora

Lendo uma notícia do Yahoo hoje lembrei de um fator que ficou guardado na minha infância, ou  seja tinha onze para doze anos então como não havia o termo "pré-adolescente ou adolescência", me considera criança ainda. Criada pelos meus avós, num tempo que não havia leis que seguravam pelas crianças e adolescentes, reprovei no sexto ano, e minha avó me tirou da escola e colocou a trabalhar como ajudante de uma senhora onde posso dizer que aprendi muito com ela, mas minha vontade de estar na escola era muita, e ainda tinha vontade de brincar e ir à escola.
Então ao ler essa reportagem fiquei feliz e vejo como as politicas educacionais melhoraram o Brasil, e temos que levar mais a sério quando se trata de educação, criança e saúde.
Deixo aqui o link para que possam ler e refletir como eram criados nossos avós, pais, e qual era a importância para eles que seus filhos tivessem uma educação.
https://br.noticias.yahoo.com/proibida-de-ir-à-escola-na-infância--aposentada-aprende-a-ler-aos-74-anos-150951245.html

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A pergunta é: como você escolheu ser professor/professora?

Nossa primeira atividade nesta interdisciplina, onde temos que produzir um vídeo respondendo a questão acima.
Estamos num momento onde as "TICs" estão em alta, e nosso curso prova isso, e nós professores(as) temos que estar nos informando sempre para poder dar conta dos nosso alunos que já nascem como muitos dizem nativos digital.
Bom então logo que produzir meu vídeo estará postado aqui para quem quiser olhar. Gente sei que uma faculdade não é um cursinho qualquer, mas tenho aprendido tanto com tudo que acontece com a gente. Como falar me filmando, estou treinando para não falar tantas bobagens e ser o mais objetiva possível.
Sabem todos os dias agradeço pela oportunidade de estar cursando pedagogia e nesse universo que é tudo de bom.